Me vejo, anseio, desejo. tudo parece vazio, sem sentido, falso, carente de alma objetos ambulantes tentam em vão suprir uma superestimada falta. Muito prático e pouco teórico sou um questionador pouco objetivo, que enxerga um mundo que não se explica, complica, retruca, exige e não progride. Feio, não creio. Digo e calo minha razão Penso e perco o momento Quero de fato, mesmo que por instante não achar que sou uma metamorfose ambulante. Mestre de meu próprio eu, elevo meu ego e não me vejo, preciso de esmolas morais de pessoas imorais, que de joelhos olho em seus próprios espelhos. Por Flávio Guimarães.